Turismo discute projeto de desenvolvimento para Ipiaú

O projeto para a requalificação de um antigo mercado de Ipiaú, com o objetivo de transformá-lo em centro cultural integrado,  foi apresentado pela prefeita do município, Maria das Graças Mendonça, ao secretário estadual do Turismo, Fausto Franco, durante encontro na sede da Setur-BA, na noite desta segunda-feira (8).  “Os planos de valorização do turismo e a … Leia Mais


Jurandy Oliveira defende em projeto Programa de Combate ao Bullying

Fica instituído o Programa de Combate ao Bullying nas escolas públicas e privadas no âmbito do Estado da Bahia. Este projeto de lei nº 23.201/2019 foi encaminhado à Assembleia Legislativa (ALBA) pelo deputado  Jurandy Oliveira (PP). O legislador considera ato de “bullying” a agressão intencional e repetida por meio de violência física e psicológica, de … Leia Mais


Audiência Pública reforça luta pela regulamentação do Canabidiol na Bahia


A luta da fisioterapeuta Kiara Menezes contra os efeitos da esclerose múltipla dos órgãos parece ter encontrado um forte aliado, com o início do tratamento à base de Canabidiol. O óleo derivado da Cannabis sativa, de onde é produzida maconha, tem aliviado os sintomas da doença. Há um mês e sete dias, os espasmos nas pernas, a dormência na mão direita e a visão dupla do olho direito têm sido controlados pela substância.

“Os sintomas, sobretudo os espasmos, eram tão fortes que me atrapalhavam até de dormir, mas com uso do Canabidiol a melhora foi maravilhosa. Hoje eu não fico sem e não pretendo deixar de tomar”, explicou a jovem de 35 anos na audiência pública “O uso medicinal do Canabidiol”, realizada na manhã desta terça-feira, por iniciativa da deputada Fabíola Mansur (PSB).

O drama vivido por Kiara é também o sofrimento de milhões de brasileiros. Pessoas portadoras de doenças como epilepsia, síndrome do espectro autismo, entre outras enfermidades psiquiátricas, enxergam no uso do Canabidiol a única alternativa de tratamento. No entanto, apesar de ser permitida a importação do óleo vegetal, não há legislação federal que regulamente o uso da substância e o acesso à população carente.

“São muitas as doenças que podem ser tratadas com o uso do Canabidiol, mas as que são mais difundidas pelas pesquisas científicas são epilepsia, autismo, parkinson, esclerose múltipla e dores crônicas. Só para ter uma ideia, a Bahia é o estado com maior número de epiléticos do Brasil, com média entre 30 e 35 mil. Por isso, a regulamentação e a oferta pelo SUS é tão importante. Hoje demos um grande passo nesse tipo de questão”, enfatizou o presidente da Associação Cannab, Leandro Stelitano.

A situação inspirou os parlamentares da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) a debaterem, em audiência pública conjunta da Comissão de Saúde e Saneamento com a Comissão de Educação, a regulamentação do Canabidiol medicinal no Estado da Bahia. O evento reuniu palestrantes que reafirmaram o uso terapêutico da substância para o alívio dos sintomas de várias patologias. De acordo com o médico neurologista Antônio de Souza Andrade Filho, especialista no assunto, o Brasil sustenta um preconceito ultrapassado sobre o uso medicinal de derivados da Cannabis sativa.

“É preciso dizer para a população que o Canabidiol não é maconha. Canabidiol é uma substância  derivada de um cannabis geneticamente modificado. Precisamos acabar com esse preconceito. Nós estamos falando de medicina. Hoje já se sabe que o Canabidiol evita crises convulsivas, e ameniza os efeitos de doenças psiquiátricas, bem como, nos cânceres. É necessária uma vontade de governo, não apenas para criar uma lei, mas também para ofertar este óleo por meio do Sistema Único de Saúde”, afirmou.

A medicina canabinoide já é uma realidade no mundo. No Brasil, já foram realizados avanços em alguns estados. A Paraíba conseguiu uma decisão limitar junto a Justiça Federal e já consegue produzir o Canabidiol e fornecê-lo aos pacientes. O Piauí, por sua vez, aprovou uma lei estadual que autoriza fazer a substância de forma barateada com o apoio de universidades. Segundo a deputada Fabíola Mansur, que presidiu a audiência desta terça-feira (9), a Bahia deu hoje um passo importante na busca por soluções.

“Nós sabemos que no Brasil não há uma regulamentação do Canabidiol em âmbito federal, e essa frente é interestadual e eu faço parte dessa defesa na Bahia. Quando a gente consegue um registro na Anvisa, a gente desburocratiza a nível federal, consegue também melhorar a vida das pessoas. Por isso, vamos encaminhar demandas ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e aqui na Bahia, o Legislativo vai trabalhar em parceria com o Executivo e Judiciário para ver de que forma será possível desburocratizar e normatizar o uso do Canabidiol.

Na oportunidade, também foi encaminhada a criação de um grupo de trabalho para discutir o que poderá ser feito para garantir respaldo aos pacientes. “Aqui há um vazio e uma demanda muito grande da sociedade. Encaminhamos esse grupo de trabalho para normatizar o uso medicinal do Canabidiol. O GT vai procurar viabilizar a facilitação da importação ou a produção do óleo vegetal”, afirmou Fabíola.

Estiveram na audiência pública também os deputados Hilton Coelho (PSOL), Olívia Santana (PC do B), José de Arimateia (PRB) e Zé Cocá (PP); e representantes da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), Defensoria Pública, Associação Psiquiátrica da Bahia, Associação dos Familiares e Amigos de Gente Autista, Escola Clínica Evolução Inespi, Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia (Cremeb), Conselho Estadual da Pessoa com Deficiência, Cremeb, entre outras instituições e movimentos sociais.

Fonte: ALBA

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Saúde de Lauro de Freitas começa vacinação contra gripe nesta quarta-feira (10) Caixa de entrada x


Depois de superar a meta estabelecida pelo Ministério da Saúde para a campanha de vacinação contra a gripe H1N1 em 2018, atingindo 91,69% do público-alvo, a Prefeitura de Lauro de Freitas inicia nesta quarta-feira (10), a 21ª Campanha Nacional de imunização contra a influenza. As vacinas estarão disponíveis em todas as unidades básicas de saúde, de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h, até 31 de maio.

Além de priorizar crianças de seis meses a menores de seis anos e gestantes, a campanha atende outros grupos de riscos recomendados pelo Ministério da Saúde: puérperas (mulheres até 45 dias após o parto); idosos; trabalhadores da saúde; povos indígenas; professores; e adolescentes e jovens privados de liberdade.

Podem receber a dose também funcionários do sistema prisional e pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e de outras condições clínicas especiais – doenças crônicas  respiratória, cardíaca, renal, hepática, neurológica, diabetes, imunossupressão, obesos, transplantados e portadores de trissomias.

Para receber a dose da imunização é importante estar com o cartão de vacinas e documento com foto. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SESA), equipes vão levar as vacinas para escolas e creches que estão fora da zona de cobertura dos agentes de Saúde da Família.

A imunização vai assegurar proteção contra os três subtipos do vírus de maior incidência: H1N1, H3N2 e Influenza B. No dia 04 de maio, a Prefeitura vai intensificar a campanha com o “Dia D” de mobilização nacional, com vacinação em todas as unidades de saúde e pontos espalhados pela cidade.

O secretário Municipal de Saúde, Erasmo Moura, destaca que o contágio da influenza H1N1 é semelhante a de uma gripe comum. “Todos os anos o Ministério da Saúde realiza a campanha de vacinação não só para evitar a propagação do vírus, mas para que não se chegue a casos de óbitos, principalmente, nos mais vulneráveis”, disse. O secretário ressalta ainda que as pessoas devem estar atentas se pertencem aos grupos prioritários para buscar a unidade de saúde mais próxima de sua residência.

Fonte: ASCOM / Prefeitura de Lauro de Freitas

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“Chega de Brasília, mais municípios”, diz Nilo no plenário da Câmara


O deputado Marcelo Nilo (PSB/Ba) lançou uma campanha no Congresso Nacional “Chega de Brasília, mais municípios”. Com mais de R$ 200 milhões de obras do Governo Federal paralisadas na Bahia e R$ 2,6 bilhões em todo o país, o deputado socialista resolveu colocar a boca no trombone e denunciar a falta de repasses aos municípios previsto no Fundo de Participação dos Municípios (FPM).
Nilo explica, que prefeitos de todo o país chegam – ano após ano – em Brasília com o pires na mão, implorando do Governo Central o repasse de verbas essenciais para o desenvolvimento das cidades. “O dinheiro das prefeituras vai todo para pagamento de folha, custeio. Não têm dinheiro para obras, pois, a maior parte dos impostos ficam com o governo federal”, apontou Nilo e provocou: “Bolsonaro foi eleito com a promessa de aumentar a fatia do bolo para as prefeituras e diminuir a participação do Governo Federal. Já tem 100 dias de governo e tá na hora de começar a pagar o que deve”, avisou.

Informe – A Bahia ocupa a quarta posição entre as unidades da Federação com maior número de intervenções paralisadas.
A interrupção afeta todo o país, especialmente nas áreas da saúde, habitação e infraestrutura. “Os municípios demoram para receber os recursos pactuados e não possuem, na maioria dos casos, verbas próprias para levarem as obras adiante. Por isso, elas ficam paralisadas ou nem chegam a ser iniciadas”, diz Marcelo Nilo.

Fonte: Deputado Federal Marcelo Nilo

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Niltinho presta homenagem pela passagem do Dia do Jornalista


A passagem do Dia do Jornalista, dia 7 de abril, foi lembrada pelo deputado Niltinho (PP) em moção de congratulações inserida nas atas dos trabalhos da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA).

No documento, o parlamentar, lembra que a data foi instituída no ano de 1931, através de decisão da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) em homenagem ao médico e jornalista Giovanni Battista Líbero Badaró, ou Líbero Badaró, como era conhecido, criador do Observatório Constitucional, jornal independente que dava enfoque a temas políticos censurados ou encobertos pela monarquia. “Líbero foi morto em 1830 por inimigos políticos, pois foi uma importante personalidade que lutou pelo fim da monarquia portuguesa e independência do Brasil”, explicou Niltinho.

O legislador trouxe à tona, na moção, uma parte da história do jornalismo no país, recordando, entre outros, que “o primeiro jornal brasileiro, o Correio Braziliense, não era produzido no Brasil, mas sim em Londres pelo jornalista Hipólito José da Costa Pereira Furtado de Mendonça”. Segundo ele, a tiragem do periódico era de poucos exemplares, já que a maior parte da população brasileira era analfabeta.

“Com a abolição da escravatura no ano de 1888, a imprensa brasileira passou a desenvolver-se e tornar-se mais popular com os avanços na educação básica, o barateamento dos custos de produção e a possibilidade de inserção de imagens nos periódicos”, esclareceu.

Segundo o deputado, “o dia do jornalista foi instituído para reverenciar o trabalho desses abnegados profissionais da mídia, responsáveis por apurar os fatos e levar as informações por meio do rádio, televisão, jornal impresso ou na internet sobre os acontecimentos locais, regionais, nacionais e internacionais de maneira imparcial e ética”.

Niltinho ressalta ainda que, até 1940, os jornalistas brasileiros não tinham formação específica e eram em sua maioria médicos, advogados e escritores da sociedade brasileira. Ele relata que, no ano de 1947, foi criado o primeiro curso de jornalismo no Brasil no estado de São Paulo, na Faculdade de Comunicação Social Cásper Líbero.

A graduação em jornalismo ganhou força no ano de 1960 e o diploma tornou-se exigência para o exercício da profissão no ano de 1969, possibilitando, assim, o crescimento e aperfeiçoamento dos cursos de graduação e posteriormente dos cursos de pós-graduação para os profissionais da comunicação.

“Dessa forma, para esses profissionais aguerridos e batalhadores, que fazem do jornalismo a ‘arte de sintonizar o mundo até as pessoas’, presto essa homenagem para que a cada dia esses profissionais essenciais na preservação do estado democrático de direito sejam motivados a desenvolver-se na arte de comunicar”, declarou.

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Fonte: ALBA


ALBA recebe exposição Retalhos do Sertão no saguão Josaphat Marinho


O cotidiano do sertão nordestino passou a decorar o Saguão Josaphat Marinho, na entrada principal da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), nesta segunda-feira (8), com a exposição Retalhos do Sertão, do artista Eduardo Lima, 41 anos. Ao todo, 15 telas que contam a história do sertanejo estão posicionadas para a apreciação do público até a próxima sexta-feira (12). Culinária, folclore, música e família estão entre os assuntos relacionados com o tema central.

De acordo com o autor das obras, a temática do trabalho se baseia na sua própria experiência e nas histórias que escutava dos adultos quando ainda era criança, em Capim Grosso, no centro-norte baiano. “O trabalho segue uma linha que conta a história do cangaço, desde as brincadeiras infantis. Toda a problemática e as alegrias do sertanejo estão envolvidas no contexto. O forró pé de serra está muito presente no meu trabalho. Eu vi, vivenciei, participei. A culinária também. O cuscuz, a batata-doce, canjica, também fizeram parte da minha infância”, contou o artista.

Para Lima, a vinda da exposição para a sede do Parlamento baiano é importante para que a capital conheça melhor as alegrias e frustrações do sertanejo. “O que eu faço é muito verdadeiro. As telas são registros, mas também são denúncias.Eu acabo mostrando também as mazelas do sertanejo, da cultura. Acho isso muito importante, porque estou trazendo para a capital o que acontece no interior”, destaca o artista plástico, que espera um olhar mais sensível dos parlamentares para com o sertão da Bahia.

O primeiro contato de Eduardo Lima com a arte foi aos 8 anos, quando começou a desenhar. Aos 20, ele trocou o lápis pelos pincéis e hoje vive da comercialização de suas telas. As peças custam entre R$ 950 e R$ 3 mil. O artista, que já foi frentista, vive com a esposa e dois filhos no município de Barreiras, no Oeste do estado.

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Fonte: ALBA